ATLAS MNEMOSYNE: SOBREVIVÊNCIAS ESTÉTICAS SUBCULTURAIS NO VESTUÁRIO PERFORMÁTICO DO VISUAL KEI

Autores/as

  • Jessica Zaikowski Apaulaza Universidade Feevale
  • Ana Cleia Christovam Hoffman Universidade Feevale

DOI:

https://doi.org/10.25112/bcij.v6i1.4524

Resumen

O presente artigo tem como objetivo principal analisar como os figurinos utilizados pelas bandas de Visual Kei incorporam e refletem características estéticas apresentadas nas subculturas e em artistas da música da metade do século XX. Originado no Japão durante a década de 1980, esse movimento musical caracteriza-se por apresentar um conjunto de reinterpretações visuais e simbólicas que se fundamentam nas estéticas do glam rock, do punk e do gótico, manifestadas por meio da música, da moda e da performance. A metodologia aplicada consiste em revisão Bibliográfica aliada à elaboração de um Atlas Mnemosyne, conforme o método proposto por Aby Warburg. A partir desse procedimento, mapeou-se um conjunto de bandas e de seus respectivos figurinos de show utilizados em diferentes períodos, a fim de rastrear e evidenciar vestígios e transformações estéticas. Por meio dessa abordagem, o estudo apresenta a composição de diferentes pranchas temáticas que demonstram como o Visual Kei se constrói e se desenvolve, especialmente por meio do vestuário, como um campo expressivo do qual se originam  variadas manifestações culturais e identidades no diálogo no outras subculturas.

Biografía del autor/a

Jessica Zaikowski Apaulaza, Universidade Feevale

Graduada em Moda pela Universidade Feevale (Novo Hamburgo/Brasil). Email: jessica.apaulaza@gmail.com

Ana Cleia Christovam Hoffman, Universidade Feevale

Doutora em Educação pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Porto Alegre/Brasil). Professora na Universidade Feevale (Novo Hamburgo/Brasil). Email: hofana@gmail.com

Publicado

2026-10-09

Cómo citar

Apaulaza, J. Z., & Hoffman, A. C. C. (2026). ATLAS MNEMOSYNE: SOBREVIVÊNCIAS ESTÉTICAS SUBCULTURAIS NO VESTUÁRIO PERFORMÁTICO DO VISUAL KEI . Brazilian Creative Industries Journal, 6(1), 04–33. https://doi.org/10.25112/bcij.v6i1.4524