ATLAS MNEMOSYNE: SOBREVIVÊNCIAS ESTÉTICAS SUBCULTURAIS NO VESTUÁRIO PERFORMÁTICO DO VISUAL KEI
DOI:
https://doi.org/10.25112/bcij.v6i1.4524Abstract
O presente artigo tem como objetivo principal analisar como os figurinos utilizados pelas bandas de Visual Kei incorporam e refletem características estéticas apresentadas nas subculturas e em artistas da música da metade do século XX. Originado no Japão durante a década de 1980, esse movimento musical caracteriza-se por apresentar um conjunto de reinterpretações visuais e simbólicas que se fundamentam nas estéticas do glam rock, do punk e do gótico, manifestadas por meio da música, da moda e da performance. A metodologia aplicada consiste em revisão Bibliográfica aliada à elaboração de um Atlas Mnemosyne, conforme o método proposto por Aby Warburg. A partir desse procedimento, mapeou-se um conjunto de bandas e de seus respectivos figurinos de show utilizados em diferentes períodos, a fim de rastrear e evidenciar vestígios e transformações estéticas. Por meio dessa abordagem, o estudo apresenta a composição de diferentes pranchas temáticas que demonstram como o Visual Kei se constrói e se desenvolve, especialmente por meio do vestuário, como um campo expressivo do qual se originam variadas manifestações culturais e identidades no diálogo no outras subculturas.
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