HEIDEGGER E DUSSEL: ENTRE A CRÍTICA À ONTOLOGIA OCIDENTAL E A QUESTÃO DE UMA PEDAGOGIA DA LIBERTAÇÃO

Autores

  • Vicente Zatti Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul (IFRS)

DOI:

https://doi.org/10.25112/rp.v1i0.722

Resumo

A ontologia ou metafísica ocidental simplificou a questão do ser, ao fundar o pensar em princípios suprassensoriais a partir dos quais foram formulados sistemas que possibilitavam a explicação do mundo como totalidade. Estabeleceu-se, dessa forma, uma racionalidade totalizante que foi, historicamente, elemento de dominação e colonização do mundo pela Europa. Propomos aqui uma reflexão que passa pela crítica de Heidegger a esse pensar ocidental, segue com a crítica de Dussel e a proposição de sua Filosofia da Libertação. A partir do pensamento dos dois filósofos, procuramos problematizar a educação, especialmente, no que se refere à libertação e assunção do ser latino-americano.

Palavras-chave: Filosofia da educação. Fenomenologia. Existencialismo. Filosofia da libertação.

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Publicado

2012-01-01

Como Citar

Zatti, V. (2012). HEIDEGGER E DUSSEL: ENTRE A CRÍTICA À ONTOLOGIA OCIDENTAL E A QUESTÃO DE UMA PEDAGOGIA DA LIBERTAÇÃO. Revista Prâksis, 1, 33–38. https://doi.org/10.25112/rp.v1i0.722