A RESISTÊNCIA DA ORALIDADE PELA CULTURA: EXPERIÊNCIAS E PRÁTICAS DE UMA GRIÔ

Denise Marcos Bussoletti, Vagner de Souza Vargas, Cristiano Guedes Pinheiro

Resumo


As narrativas orais ainda não têm recebido o devido reconhecimento nas políticas públicas do Brasil. O Núcleo de Artes, Linguagem e Subjetividade (NALS), da Universidade Federal de Pelotas, desenvolve várias atividades acadêmicas e ações culturais na cidade de Pelotas/RS. Uma parte dessas ações é desenvolvida por uma mestra griô. O objetivo deste trabalho é apresentar algumas das atividades desenvolvidas pela griô junto aos projetos do núcleo, como mecanismo de resistência da oralidade pela cultura. As atividades desenvolvidas pela griô vêm ao encontro das propostas de Pedagogia da Fronteira e Estética da Ginga defendidas pelo NALS. A maneira como a griô mantém a ancestralidade viva promove um outro olhar para o processo educativo, não como uma determinação acadêmica formal institucionalmente fixada, mas como uma maneira sensível, popular e cultural de manter essas tradições inesquecíveis.

Palavras-chave: Educação. Pedagogia da Fronteira. Estética da Ginga. Griô.


Texto completo:

PDF


DOI: https://doi.org/10.25112/rp.v1i0.802

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


............................................................................................................................................................................................................................

ISSN versão impressa: 1807-1112 
ISSN versão eletrônica: 2448-1939

Licença Creative Commons
A Revista Prâksis segue os critérios da Licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional.
Revista Prâksis - Universidade Feevale (Novo Hamburgo, Rio Grande do Sul, Brasil).

............................................................................................................................................................................................................................
 
Desde 16/08/19