ISOMORFISMO E FLEXIBILIDADE FACE ÀS PRESSÕES DO AMBIENTE INSTITUCIONAL: UM ESTUDO JUNTO ÀS VINÍCOLAS EXPORTADORAS DA REGIÃO DA CAMPANHA GAÚCHA

Diego Echevnguá Borges, Flavia Luciane Scherer

Resumo


O presente estudo buscou identificar e analisar como está ocorrendo o relacionamento entre instituições e vinícolas exportadoras no ambiente institucional da Campanha Gaúcha, baseando-se, para tanto, no modelo proposto pela autora Christine Oliver (1991). Além disso, pretendeu-se verificar se as vinícolas fazem uso do isomorfismo em suas respostas às pressões do ambiente institucional para obterem legitimação na comunidade vitivinícola. Para tanto, foram revisados temas relativos à teoria institucional, em suas vertentes respostas estratégicas, pressões ambientais e isomorfismo, bem como se buscaram, em sítios eletrônicos e artigos acadêmicos, etc., pressões oriundas do ambiente institucional que impactem diretamente nas atividades das vinícolas em estudo. Foi realizado um estudo qualitativo, tendo como instrumento para coletar os dados primários, junto a três vinícolas que compunham a amostra, um roteiro de entrevista semiestruturado com três questões abertas. Entre os resultados, verifica-se que todas as vinícolas adotaram respostas estratégicas menos flexíveis face às requisições dos consumidores por práticas ambientalmente corretas.

Palavras-chave: Teoria institucional. Pressões do ambiente institucional. Repostas estratégicas.


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DOI: https://doi.org/10.25112/rgd.v13i2.383

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